Quinta-feira, Outubro 29, 2009

Contagem Regressiva...

Os atuais dias ilustra como um ábaco.

linha 1: tempo -> - 48.
linha 2: dias -> 1 e 1/2.
linha 3: tolerância -> - 17hrs.
linha 4: efeito -> mix sensações - > crescimento

linha 5: adrenalina -> 140 batimentos/minuto
linha 6: contra opiniões - > 85%
linha 7: ganhador -> eu
linha 8: fato -> quebra tabu -> não rola.

Continua no próximo capítulo...Em nova fase!

Domingo, Outubro 25, 2009

Boa Leitura!

Gosto citar bons textos com bons pontos de vista. E a indicação da vez é da crônica publicada na Vejinha SP.

Mensageiros da desgraça
Por Walcyr Carrasco 01.07.2009

Tem gente que adora dar má notícia. Se possível, deixar o outro em estado de choque. O exemplo clássico é a tia que telefona de outra cidade no início da madrugada:
– Sua mãe não está passando bem. Se acontecer alguma coisa eu ligo.
Quem ouve fica sem ação. Arranca os cabelos. Passa a noite acordado. De manhã, quando pede notícias, a tia está dormindo. Atende, bocejando:
– Ah, não liguei porque foi alarme falso!

No trabalho, isso é supercomum. Já me aconteceu de, em plena sexta-feira, na saída, um colega se aproximar:
– Ouvi um comentário na direção. Parece que tem uma complicação com você.
– O quê? – rugi.
– Espere até segunda. Você deve ser chamado para conversar.
Passei o fim de semana com a cabeça fervendo. Na segunda, aguardei o telefonema fatídico. No fim, era apenas um pedido banal para antecipar um texto. Um amigo ouviu de outro:
– Soube de umas coisas bem pesadas de sua namorada.
– Fala!
– Não sou fofoqueiro. Pergunte a ela. Mas é bom terem uma conversa séria.
Pode ser suficiente para destruir um relacionamento!
Às vezes a notícia é real. Mas dada no momento errado. Como contar na véspera de um feriado:
– Fiquei sabendo que você não foi aprovado naquele teste. Resolvi dizer para você não ficar com esperanças!
Como se fosse melhor passar o feriado cercado por nuvens negras! Médicos, até por necessidade da profissão, não são fáceis:
– Doutor, qual o resultado do exame? É coisa séria?
– Passe aqui para conversarmos.
Por praxe, médico nunca dá resultado importante ao telefone. Mas o paciente quase enlouquece de ansiedade!
Há exemplos mais graves. A sinceridade muitas vezes esconde o desejo de ser cruel. Conheci uma garota inconformada porque uma amiga da família abriu seus olhos:
– Você é adotada!
Pronto! O castelo familiar da menina desmoronou. Sentiu-se traída, inclusive por seus pais! Ou o caso da falsa solidariedade:
– Todo mundo está tentando esconder, mas a sua doença é gravíssima!
Há quem seja capaz de dar a má notícia de forma religiosa:
-Reze muito para sua irmã cair em si. Ela anda traindo o marido!
Minha mãe desmaiou quando, há anos, atendeu o telefonema de um primo. Ele disparou:
– Sua irmã caçula teve um infarto e morreu.
Mais tarde, quando foi censurado pela falta de diplomacia, ele se defendeu:
– Foi bom ela saber de uma vez!
Meu cotidiano é crivado de pequenas crueldades. Ultimamente, ouço quase todos os dias:
– Ih... acho que você está engordando de novo!
E a frase é acompanhada de um sorriso!
Uma quarentona se separou. Passou o mês seguinte ouvindo a mesma notícia de várias amigas:
– Seu ex está namorando uma garota vinte anos mais nova!
Já trabalhei com uma pessoa que só sabia falar negativamente a respeito de tudo. Certa vez, explodi:
– Você só sabe dizer por que as coisas não dão certo. Agora me diga como fazer para tudo funcionar!
Pior que tudo aconteceu com um amigo famoso. Estava no teatro. Outro amigo, ao seu lado, perguntou:
– Você viu que coisa escandalosa saiu de você na internet?
O astro empalideceu:
– Não vi! O que foi?
E o outro respondeu:
– Shhhhhhhh... a peça vai começar. Depois eu conto!
Cravou os olhos no palco, enquanto o famoso se contorcia de apreensão.
Muitos reis da Antiguidade mandavam decapitar o mensageiro que trazia más notícias. Um exército derrotado, uma rebelião vitoriosa e adeus, portador! Não vivemos mais nesses tempos, ainda bem! Má notícia tem hora e jeito de ser dada. Mas nunca falta quem se delicie ao anunciar uma tragédia.

Sábado, Outubro 24, 2009

A Existência

Passa longe eu abrir debate sobre religião.
Acontece perguntarem (eu tbm): 'qual sua religião?'. Opções não faltam.
Com várias designações religiosas a um 'mestre' para referir e idolatrar.
Na comunidade cristã há abordagens à Deus que a católica também afirma, e desmente.
E por assim vai.

Há negação, há criação, há balela, há aceitação (voluntária, ou não) cada qual com sua defesa.

FATO me desvínculo a isso.
E atire primeira pedra quem concorda 100% única teoria.
Numa horas 'ganhas' na web soube pouco mais sobre agnóstico que diz:

"...como alguém que acredita que a questão da existência ou não de um poder superior (Deus) não foi nem nunca será resolvida."

"...Muitas pessoas usam, erroneamente, a palavra agnosticismo com o sentido de um meio-termo entre teísmo e ateísmo. Isso é estritamente incorreto pois teísmo e ateísmo separam aqueles que acreditam num Deus daqueles que não acreditam. O agnosticismo separa aqueles que acreditam que a razão não pode penetrar o reino do sobrenatural daqueles que defendem a capacidade da razão de afirmar ou negar a veracidade da crença teística."

Contém seguinte grupos: Agnosticismo Estrito / Agnosticismo Empírico / Agnosticismo Apático / Ignosticismo / Agnosticismo Modelar.

Porém não diga agnóstico ser ateu ou ser 'em cima do muro' pois um questiona teorias e outro desacredita totalmente.


Por que abordar isso? Considero caractérisitica presente a minha realidade.
Pode acontecer com outros que não conhece. Vejo poucos saber sobre e pode a vir se interessar.
E porque não um blog público com opinião própria e liberdade de expressão para isso?!

Um bom conhecimento!

Fonte: Wikipédia
Foto: Thomas Henry Huxley (1825-1895), biólogo evolucionista, cunhou o termo "agnosticismo".
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